Dissertações - Inclusividade

 

Rita Costa Nascimento

Acessibilidade no Espaço Construído: do Contexto ao Utilizador. Caso de Estudo: o Campus Alameda do IST

Novembro de 2012

Assumindo um princípio de igualdade de direitos, defende-se que os ambientes universitários devem ser desenhados como espaços acessíveis e flexíveis de modo a poderem ser utilizados de forma adequada, segura e confortável por toda a população, independentemente da sua condição física e motora.
Esta dissertação propõe a experimentação de um conjunto de metodologias, para interpretação das condições de acessibilidade, dos espaços exteriores de recintos universitários, tendo, como principio, a diversidade de exigências colocadas por utilizadores com diferentes tipos de funcionalidades (e.g. idosos, grávidas, deficientes motores temporários e/ou permanentes e deficientes visuais).
A ferramenta proposta é aplicada ao Campus da Alameda do IST, permitindo obter um diagnóstico geral das condições de acessibilidade e identificar situações suscetíveis de intervenção/correção de modo a melhorar o seu desempenho. (apresentação, dissertação)

 

Carolina Gonçalves Martins

O Edifício Escolar Inclusivo

Setembro de 2009

Este trabalho aborda a a inclusividade nos edifícios escolares. A consciência da existência da diversidade da comunidade escolar implica dar igual oportunidade de acesso a todos os utilizadores do espaço escolar, quaisquer que sejam as suas capacidades de mobilidade e as suas necessidades. O objectivo é explorar as condições de acessibilidade em espaços escolares, definir as características de uma “escola para todos”, e identificar as medidas a aplicar para que esta permita igual facilidade de acesso, utilização e vivência a todas pessoas. (apresentação, dissertação)

 

 

Inês Rodrigues Rita

Obstáculos Ao Movimento Pedonal Em Contexto Urbano - Para uma metodologia de análise - Um caso de estudo: percurso urbano em Sete Rios (Lisboa)

Novembro de 2008

Este trabalho aborda e identifica as características morfológicas do espaço urbano que criam impedimentos ou limitações à actividade pedonal. Para esse efeito foi criada uma metodologia de análise fundamentada nas teorias da análise sequencial de Kohlsdorf, na metodologia de planeamento proposta por Thiel, na teoria da análise sintáctica de Hilier e Hanson e na teoria da hierarquia das necessidades pedonais de Murp. Esta metodologia foi aplicada ao caso de estudo de Sete Rios, em Lisboa, cujo espaço urbano é caracterizado pela coexistência de malhas urbanas morfologicamente distintas. Procedeu-se à confrontação das características estruturais de um percurso urbano com as características não estruturais do espaço urbano de Sete Rios, onde este se insere. (dissertação)